Seios Paranasais

Histologia:

  • Revestido por mucosa respiratória
  • Células caliciformes + células epiteliais
  • Mucoperiósteo

– mucosa aderida ao osso

– continuidade com mucosa nasal

Divide-se em dois grupos:

Grupo Anterior:

  • Seio maxilar;
  • Seio frontal;
  • Células etmoidais anteriores;

MEATO MÉDIO

Grupo Posterior:

  • Seio esfenoidal;
  • Células etmoidais posteriores;

MEATO SUPERIOR

Seio maxilar:

Anterior: Fossa canina;

Posterior: fossa infra-temporal, fossa pterigomaxilar;

Maior volume e forma piramidal

Limites

  • Teto: Superfície orbital da maxila

– nervo infraorbitário;

– inervação sensitiva do terço médio da face

  • Assoalho: Processo alveolar e palatino da maxila

– pré-molares, 1º e 2º molares;

– fístulas;

– adulto – 1 cm abaixo do nível do assoalho nasal

  • Lateral: Processo zigomático da maxila e osso zigomático
  • Medial: Porção medial do osso maxilar, processo maxilar da concha inferior, porção descendente do osso lacrimal.

Seio Etmóide:

Cavidades ósseas pneumatizadas

Dois grupos de células etmoidais

  • Anterior: drenagem do hiato semilunar;
  • Posterior: drenagem do meato superior;

Limites

  • Anterior: processo frontal da maxila;
  • Posterior: seio esfenoidal;
  • Medial: placa vertical do osso etmoidal;
  • Lateral: lâmina papirácea;
  • Superior: fóvea etmoidalis, fossa cerebral anterior, osso frontal – seio frontal;
  • Inferior: cavidade nasal, seio maxilar.

Seio Frontal:

Célula supra-orbitária

  • Último seio a se desenvolver
  • Duplo e assimétrico
  • Forma piramidal de base inferior
  • 5% apresentam agenesia de um dos seios

– Diagnóstico incorreto de sinusite

Limites

  • Anterior: tábua externa do frontal – osso diplóico;
  • Posterior: fossa cerebral anterior – osso compacto;
  • Inferior: assoalho o separa da órbita e cavidade nasal;
  • Medial: abre-se o ducto naso-frontal.

Seio Esfenóide

Cavidades assimétricas

Limites

  • Anterior: cavidade nasal, células etmoidais posteriores;
  • Posterior: fossa cerebral posterior – ponte;
  • Inferior: teto da nasofaringe, tonsilas faríngeas;
  • Póstero-superior: glândula hipófise, abordagem transesfenoidal;
  • Ântero-superior: fossa cerebral anterior, trato olfatório.
  • Lateral: forame óptico, porção medial da fissura.

Fatores Básicos

Mucosa intacta;

Produção normal de muco;

Função ciliar normal;

Óstio livre

Função mucociliar:

  • Muco: bactericida, pH neutro;
  • Cílios: movimentos coordenados, atividades normal entre 18 e 33°C;
  • Sentido: fluxo unidirecional.

Fisiopatologia:

  • Óstio permeável;
  • Função ciliar preservada;
  • Secreção glandular normal;

Pulmão:

É o principal órgão do sistema respiratório onde ocorre hematose.
Localizado dentro do tórax, é envolvido por uma camada de tecido denominada
pleura.

Pleura parietal;

Pleura visceral;

Espaço pleural – liquido pleural

 Dados do pulmão:

Órgão esponjoso;

Forma cônica;

Pulmão direito: 3 lobos

Pulmão esquerdo: 2 lobos (espaço do terceiro lobo ocupado pelo coração);

Hilo pulmonar.

Porção respiratória:

Bronquíolos respiratórios;

Ductos alveolares;

Sacos alveolares;

Alvéolos pulmonares.

Aparelho de bombeamento:

Sacos pleurais;

Caixa torácica;

Diafragma.

Doenças respiratórias

Alergias
Respiratórias

Afecções
do Pulmão

Rinite: é um processo irritativo das vias nasais Tuberculose Pulmonar: causado
por um microrganismo – Bacilo de Koch
Asma ou Bronquite: obstrução, dificultando a passagem de ar pelas vias respiratórias Enfisema Pulmonar: em fumantes – destruição gradual dos tecidos pulmonares (alvéolos)

 

Outras doenças respiratórias

  • Pneumonia: processo inflamatório dos pulmões que pode ser causada por vários tipos de microrganismos

SINTOMAS: falta de ar, fraqueza, febre alta (pneumonia por microrganismo) e diminuição da capacidade para realizar atividades físicas.

  • Atelectasia: é o colapso de parte ou de todo o pulmão. As causas são:

– acumulo de secreções nos brônquios podem bloquear a passagem de ar;

– obstrução por algum objeto;

– tumores pulmonares;

– anestesia geral – muito tempo acamado (cirurgia extensa).

  • Câncer de Pulmão: uma das doenças que mais mata em todo o mundo. Na maioria dos casos ocorre em fumantes.

Entre outras doenças.

Mecânica da Ventilação

Inspiração: o diafragma traciona a superfície inferior do pulmão para baixo, além da elevação
da caixa torácica com arquear do gradil costal, aumentando o diâmetro anteroposterior
Músculos que elevam a caixa torácica:
Esternocleidomastóideo, denteados anteriores escalenos e intercostais externos.

Expiração: relaxamento do diafragma, além do relaxamento dos músculos intercostais associado a contratura
da musculatura abdominal (retos abdominais abaixam as ultimas costelas e
comprimem o conteúdo infra-abdominal).

Pressões Respiratórias

Pressão infra-alveolar:

Inspiração

pressão torna-se ligeiramente negativa em relação a pressão atmosférica, fazendo com que o ar
entre nos pulmões

Pressão: -1 mmHg

Expiração

pressão infra-alveolar se eleva, fazendo com que o ar saia do pulmão

Pressão: +1 mmHg

Pressão Intrapleural

É a quantidade de pressão negativa necessária nos espaços intrapleurais
para evitar o colapso pulmonar, está em torno de -4 mmHg, mantendo assim, os
pulmões expandidos. No final da inspiração profunda essa pressão é tão grande
que pode chegar de -12 mmHg a -18 mmHg.

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